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Mãe busca justiça após suposta agressão a jovem de 13 anos em Yala
Uma mãe solicitou a ajuda do ativista 'Gun Jompalang' após a suposta agressão coletiva contra sua filha de 13 anos na província de Yala, citando inação policial e uma suposta oferta de acordo financeiro.
De acordo com uma reportagem do Khaosod Online Thailand em 30 de julho de 2026, uma mãe viajou três horas de moto para buscar ajuda do ativista Kanthas Pongpaiboonvej, conhecido como 'Gun Jompalang'. Ela alega que sua filha de 13 anos foi vítima de uma agressão coletiva por seis homens na cachoeira Sukthalai, no distrito de Bannang Sata, província de Yala.
A mãe afirma que sua filha estava visitando a cachoeira com um grupo de seis amigas quando o incidente ocorreu. Ao buscar um item esquecido, a vítima teria sido arrastada para um banheiro público por seis adolescentes, onde foi agredida até perder a consciência. A mãe alega ainda que a investigação policial local estagnou e afirma que os policiais sugeriram que ela aceitasse um acordo de 150.000 bahts para encerrar o caso.
Para residentes e viajantes, este relato destaca preocupações sérias sobre os procedimentos das autoridades locais e a segurança de áreas recreativas públicas na região. As alegações de má conduta policial e a oferta de um acordo financeiro são particularmente significativas, pois sugerem possíveis problemas sistêmicos na forma como casos sensíveis são tratados. Resta confirmar se uma investigação oficial sobre a conduta policial será iniciada e se os suspeitos foram detidos. Até o momento, os detalhes sobre o suposto envolvimento da polícia na oferta de acordo permanecem como alegações não verificadas feitas pela mãe da vítima.
Traduzido de tailandês.
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